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Agressão à minha Filha

Escola Basica e Secundaria de Ourém

José Ribeiro Lopes
Comentarios:
Agressões na escola de Ourém
(© Jornal O Templário, em 01-10-2009 11:33, por Jornal O Templário)

Primeiro houve bulha entre um aluno e uma aluna. No dia a seguir foi a vez da mãe da aluna agredir o aluno. Aconteceu na Escola Básica e Secundária de Ourém.

            

O caso já é notícia a nível nacional. No dia 29 uma aluna e um aluno do 7º ano da Escola Básica e Secundária de Ourém envolveram-se numa zaragata, ficando a menina com marcas nas costas. No dia a seguir, a mãe da menina foi à escola tomar satisfações, entrou na sala de aula e deu uma estalada ao aluno que agrediu a sua filha.
Tudo isto resultou num processo disciplinar levantado pela direcção da escola e duas queixas das famílias na PSP de Ourém.
José Lopes, pai da aluna, num mail enviado ao nosso jornal, aponta várias situações em que o referido aluno agrediu física e verbalmente a sua filha. Lamenta a falta de vigilância no interior da escola para evitar este tipo de situações.

O “Correio da Manhã” publica a notícia:
Ourém: Vítima tinha-se envolvido em zanga com filha da agressora
Mãe agride aluno na sala de aula
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=673B4750-4595-4575-98BC-9446590698DB&channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E
josé ribeiro lopes: como é possivel um jornal ou jornais escreverem barbaridades destas.

Sera que não se apercebem que estão a incentivar um selvagem a particar mais agressões talvez até mais graves.

Como é que se pede para se denunciar crimes por maus tratos as mulheres quando se incentiva malandros com 12 ou 13 anos a baterem em meninas selvaticamente e ainda agredindo-as pelas costas, que cobardia! que nojo de pessoas que publicam estas mentiras.
01 Outubro 2009 - 00h30
Ourém: Vítima tinha-se envolvido em zanga com filha da agressora
Mãe agride aluno na sala de aula

Um aluno do 7º ano da Escola Básica e Secundária de Ourém foi agredido pela mãe de uma colega de turma, com quem se tinha envolvido numa troca de insultos no intervalo. O caso já levou à abertura de um processo disciplinar pela direcção da escola e de um inquérito pelo Ministério Público, na sequência de duas queixas apresentadas pelos pais dos alunos na PSP de Ourém.

A alegada agressão ocorreu segunda-feira, durante um intervalo, quando os dois menores, de 12 anos, se insultaram e ele arranhou as costas da colega, contou ontem a directora da escola, Isabel Batista, adiantando que "um professor se apercebeu e chamou os dois alunos para falar com eles". Entretanto, a aluna avisou a mãe do que se tinha passado e esta dirigiu-se à escola, entrou na sala de aula sem avisar ninguém e esbofeteou o colega da filha. O desentendimento entre os dois alunos está a ser alvo de um processo disciplinar, sendo classificado como uma "situação normal de ocorrer nas escolas", segundo Isabel Batista. "Anormal foi o que aconteceu a seguir", frisou.

PORMENORES

MEXEU NA MOCHILA

A aluna terá visto o colega de turma a mexer nos seus objectos pessoais, o que despoletou a troca de insultos.

ALUNOS ASSISTIDOS

Os dois alunos foram assistidos no Centro de Saúde de Ourém, que registou as agressões.

ESCOLA TEM MIL ALUNOS

A Escola Básica e Secundária de Ourém tem mais de mil alunos, em turmas do 5.º ao 12.º anos.

Isabel Jordão
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sendo classificado como uma "situação normal de ocorrer nas escolas", segundo Isabel Batista. "Anormal foi o que aconteceu a seguir", frisou.



Na transcrição acima a directora da escola considera normal a agressão a aluna e considera anormal a entrada na escola pela mãe.


Ou eu estou doido ou esta senhora  não tem personalidade nenhuma. ( não pode ser mãe! tenho a certeza! afirma o pai revoltado com tamanha falta de sensibilidade ).


Comentem por favor, se calhar sou eu que ando as avessas neste Mundo. sera?
Hoje dia 03/10/2009

02 Outubro 2009 - 00h30
Viseu: Violência na escola profissional da fundação mariana seixas
Professor agredido por aluno

Um aluno, de 17 anos, agrediu um professor, de 30, durante a aula de Integração, na Escola Profissional da Fundação Mariana Seixas, em Viseu. A agressão ocorreu quarta-feira, no final da aula, quando o estudante, que frequentava o estabelecimento pela primeira vez, se exaltou com o professor “sem motivo aparente”.


  
Então aqui senhora directora também uma situação normal?

Estou mesmo a ver a sua resposta, não queira comparar um adolescente de 17 anos para um de 13 anos, não se preocupe falta pouco, pode ser que até lhe calhe com
o mesmo que a senhora hoje tanto defende.

Olhe parece que este de 17 anos tem perturbações mentais, e este têm o quê?

Sabe Doutora é por causa da educação errada e de principios errados e de Pais como o do aluno que injuriou, agrediu a minha filha fisicamente quando antes ja agredia psicologicamente e continua a agredi-la psicologicamente apos os factos ocorridos, com observações do género, vou gostar de ver o teu PAI na prisão e a tua MÃE, os meus pais vão ganhar dinheiro com isto para aprenderes.) chamam a isto menino?
Afirmando ja por varias vezes: cito: a mim não me acontece nada porque sou inimputavel? é caso para dizer que escola que este suposto menino tem.
Pois é por causa de estas e outras é que para certos PAIS quando se trata dos filhos perantes coisas destas - onde acaba a LEI começa o PAI. E esta é para muitos selvagens que andam por ai a solta.  Porque eu não sou o unico PAI ou AVÔ, felizmente a muitissimos PAIS e não pais.




E ja agora Doutora foi feito um trabalho por alunos dessa escola sobre os varios de tipos de agressão onde eles destacam que a agressão psicologica é tão ou mais grave que a fisica, veja se retira mas é esse selvagem para uma outra turma, porque se existem aqui alguém que deve ser repudiado esse tal menino como diz e não a menina Catarina, sabe porquê, porque a minha filha pode ter Pais pobres mas honestos e ai dela ou delas porque tenho duas alguma vez ousem responder mal aos seus segundos PAIS que para mim são os seus queridos professores. E desde ja deixo aqui uma palabra de apreço e de obrigado aos seus professores, agradecendo-lhes todo o trabalho até aqui e futuro que tiveram e vem a ter com a minha filha, um PAI que também vos ama. Não se pode julgar toda uma classe por haver uma ovelha tresmalhada.
josé ribeiro lopes  03/10/2009
Violência Psicológica

A Violência Psicológica ou Agressão Emocional, às vezes tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida.

Um tipo comum de Agressão Emocional é a que se dá sob a autoria dos comportamentos histéricos, cujo objectivo é mobilizar emocionalmente o outro para satisfazer a necessidade de atenção, carinho e de importância. A intenção do(a) agressor(a) histérico(a) é mobilizar outros membros da família, tendo como chamariz alguma doença, alguma dor, algum problema de saúde, enfim, algum estado que exija atenção, cuidado, compreensão e tolerância.

É muito importante considerar a violência emocional produzida pelas pessoas de personalidade histérica, pelo fato dela ser predominantemente encontrada em mulheres, já que, a quase totalidade dos artigos sobre Violência Doméstica dizem respeito aos homens agredindo mulheres e crianças. Esse é um lado da violência onde o homem sofre mais.

No histérico, o traço prevalente é o “histrionismo”, palavra que significa teatralidade. O histrionismo é um comportamento caracterizado por colorido dramático e com notável tendência em buscar atenção contínua. Normalmente a pessoa histérica conquista seus objectivos através de um comportamento afectado, exagerado, exuberante e por uma representação que varia de acordo com as expectativas da plateia. Mas a natureza do histérico não é só movimento e acção; quando ele percebe que ficar calado, recluso, isolado no quarto ou com ares de “não querer incomodar ninguém” é a atitude de maior impacto para a situação, acaba conseguindo seu objectivo comportando-se dessa forma.

Através das atitudes histriônicas o histérico consegue impedir os demais membros da família a se distraírem, a saírem de casa, e coisas assim. Uma mãe histérica, por exemplo, pode apresentar um quadro de severo mal-estar para que a filha não saia, para que o marido não vá pescar,   não vá ao futebol com amigos... A histeria quando acomete homens é pior ainda. O homem histérico é a grande vítima e o maior mártir, cujo sacrifício faz com que todos se sintam culpados.

Outra forma de Violência Emocional é fazer o outro se sentir inferior, dependente, culpado ou omisso é um dos tipos de agressão emocional dissimulada mais terríveis. A mais virulenta atitude com esse objectivo é quando o agressor faz tudo correctamente, impecavelmente certinho, não com o propósito de ensinar, mas para mostrar ao outro o tamanho de sua incompetência. O agressor com esse perfil tem prazer quando o outro se sente inferiorizado, diminuído e incompetente. Normalmente é o tipo de agressão dissimulada pelo pai em relação aos filhos, quando esses não estão saindo exactamente do jeito idealizado ou do marido em relação às esposas.

O comportamento de oposição e aversão é mais um tipo de Agressão Emocional. As pessoas que pretendem agredir se comportam contrariamente àquilo que se espera delas. Demoram no banheiro, quando percebem alguém esperando que saiam logo, deixam as coisas fora do lugar quando isso é reprovado, etc. Até as pequenas coisinhas do dia-a-dia podem servir aos propósitos agressivos, como deixar uma torneira pingando, apertar o creme dental no meio do tubo e coisas assim. Mas isso não serviria de agressão se não fossem atitudes reprováveis por alguém da casa, se não fossem intencionais.

Essa atitude de oposição e aversão costuma ser encontrada em maridos que depreciam a comida da esposa e, por parte da esposa, que, normalmente se aborrecendo com algum sucesso ou admiração ao marido, ridiculariza e coloca qualquer defeito em tudo que ele faça.

Esses agressores estão sempre a justificar as atitudes de oposição como se fossem totalmente irrelevantes, como se estivessem correctas, fossem inevitáveis ou não fossem intencionais. "Mas, de fato a comida estava sem sal... Mas, realmente, fazendo assim fica melhor..." e coisas do género. Entretanto, sabendo que são perfeitamente conhecidos as preferências e estilos de vida dos demais, atitudes irrelevantes e aparentemente inofensivas podem estar sendo propositadamente agressivas.

As ameaças de agressão física (ou de morte), bem como as crises de quebra de utensílios, mobílias e documentos pessoais também são consideradas violência emocional, pois não houve agressão física directa. Quando o(a) cônjuge é impedida(a) de sair de casa, ficando trancado(a) em casa também se constitui em violência psicológica, assim como os casos de controlo excessivo (e ilógico) dos gastos da casa impedindo atitudes corriqueiras, como por exemplo, o uso do telefone.
Clike na palavra VIOLËNCIA
UMAR diz que falta legislação que garanta protecção da mulher

Mais de 20 mil casos de violência contra mulheres registados no ano passado

20.11.2007 - 20h36 Lusa

A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) revelou hoje que no ano passado foram registadas 20.595 situações de violência doméstica contra mulheres em Portugal, lamentando a falta de legislação eficaz que garanta a sua protecção.

Além dos mais de 20 mil casos de violência registados pelas forças policiais entre Novembro de 2005 e Novembro de 2006, verificaram-se 39 casos de homicídio de mulheres, aos quais se juntam outras 43 tentativas de homicídio, segundo dados da UMAR.

Estes são alguns dos números que constam da "Folha de Dados: Igualdade de Género e Direitos das Mulheres", apresentada hoje pela Associação para o Planeamento da Família (APF), em Lisboa, juntamente com a campanha "Estamos à espera de quê?".

"Estes números são indicadores de uma realidade preocupante e do muito que há ainda a fazer para garantir os direitos das mulheres em Portugal", disse a presidente da UMAR, Elisabete Brasil, lembrando que estes dados "não integram os casos que não foram participados ou tomados em conta por falta de prova".

Também de acordo com aquela responsável, o combate para impedir a violência exercida contra a mulher em Portugal tem que "ser melhor estruturado", nomeadamente "em termos de procedimentos legislativos e policiais".

"A legislação em Portugal, mesmo após recentes reformas, ainda não é capaz de traduzir a vontade, anunciada pelo Governo, de acabar com a violência contra a mulher e de garantir a sua efectiva protecção", afirmou também Elisabete Brasil.

Sistema oferece apenas "uma casa de abrigo"

A responsável sublinhou que não faz sentido que um sistema que se diz protector "não tenha mais nada a oferecer à vítima do que uma casa de abrigo".

"Precisamos de medidas, e se estas não forem penais, têm que ser do foro administrativo e capazes de regulamentar medidas nesta área", disse Elisabete Brasil, sublinhado que "o sistema de protecção da vítima contra a violência não funciona e não é exequível".

Elisabete Brasil considerou ainda ser fundamental que o sistema "dê indicadores às pessoas e especialmente aos agressores", devendo, por exemplo, "estes últimos ser afastados das casas e não as mulheres vítimas de violência".

Com a campanha "Estamos à espera de quê?", a APF, através do projecto Rosa (Responsabilidade, Oportunidade, Solidariedade e Acção), pretende relembrar e aumentar a visibilidade dos chamados Objectivos do Milénio das Nações Unidas, ratificados por 189 países, entre os quais Portugal.


 Pois é: começamos logo na adolescência a dizer que as agressões são coisas naturais, como quer a sociedade ter no futuro
                       bons maridos e PAIS.   
Grã-Bretanha: Funcionária que revelou agressão de aluna é demitida
Setembro 22, 2009 at 9:40 am | In Inglaterra | Leave a Comment
Uma funcionária que trabalhava na cantina de uma escola primária britânica foi demitida por contar aos pais de uma estudante que a menina fora vítima de agressão por parte dos colegas.

Outros pais de alunos ficaram revoltados com a demissão da funcionária, e agora ameaçam tirar seus filhos da escola em demonstração de apoio a ela.

Carol Hill, que prepara e serve as refeições da escola primária de Great Tey, no leste da Inglaterra, interveio para por fim à brincadeira de mau gosto, em junho passado, quando a menina de sete anos foi amarrada por outras crianças e açoitada com uma corda.

A escola disse aos pais simplesmente que a garota havia se machucado em “um incidente” com uma corda.

Dias depois, a funcionária encontrou por acaso os pais da menina e fez um comentário sobre o episódio. Ela acabou sendo demitida por descumprir regras disciplinares da escola.

A instituição confirmou a decisão mas não quis dar detalhes do caso, alegando questões de confidencialidade entre empregado e empregador.

A decisão deixou indignados os pais da garota, que qualificaram a atitude da escola como uma tentativa de acobertar o caso.

Outros pais de alunos agora ameaçam tirar seus filhos do colégio em protesto pelo tratamento dado à funcionária.

“Temos cinco crianças matriculadas na escola, desde 1992. Eu frequentei essa escola, meus pais a frequentaram no início do século”, disse à BBC um deles, Ivan Dyer.

“Seria triste tirar nossas crianças da escola, mas acho que podemos chegar a esse ponto, e sei que há vários outros pais de alunos considerando o mesmo.”

Desde o episódio, Carol Hill tem evitado aparecer em público e está “desapontada” com a escola na qual trabalhou por oito anos, segundo declarações de seu marido à imprensa local.

Ela deu a entender que pretende apelar da decisão da diretoria dentro do prazo estipulado de dez dias.

A escola reiterou que sua prioridade é prover “a melhor educação possível” para seus alunos.

Fonte: BBCBrasil


Parece-me que não é so em Portugal que as direcções das escolas procuram a todo o custo abafar as agressões entre colegas.

Este Mundo vai mesmo bem!
A sociedade, como é natural, tem vindo a sofrer grandes alterações, esta atravessa uma fase transitiva, passou-se de uma sociedade inflexível a uma sociedade liberal.
O contraste de gerações é bem visível,
por exemplo na geração dos nossos pais assistia-se a uma educação rigorosa, recorrendo por vezes à violência por parte dos pais para com os filhos. Os pais chegavam mesmo ao ponto de incentivar os professores a utilizarem a violência como correctivo.
Os métodos educativos utilizados pelos
professores eram essencialmente à base de agressões, não só físicas, mas que chegavam por vezes a afectar a parte psicológica.
Estas medidas por vezes deixavam
mesmo marcas irreversíveis, marcas estas que emergem em algumas das conversas com os nossos pais. Quantos de nós já não ouvimos algo do tipo: “esta cicatriz foi o resultado de um castigo que apanhei por não saber responder à pergunta que a professora me fez…” Enfim…aplicavam-se castigos demasiado severos às vezes por coisas insignificantes.
A geração dos nossos pais viveu na época em que a violência para com os filhos, resolvia tudo, e por terem passado, vivido e sofrido “na pele” este tipo de educação, fê-los reflectir e pensar se era mesmo isso
  
que queriam para os seus filhos, se era assim que se dava educação… Felizmente chegaram à conclusão de que estes métodos não eram os mais certos, e lutaram para que a lei mudasse, e que os professores que tivessem este tipo de atitudes para com as crianças, fossem repreendidos ou até mesmo julgados.
A lei foi para a frente. Decidiu-se que os professores não poderiam “Tocar nos respectivos alunos”.
Consequentemente, hoje em dia, derivado desta lei, assiste-se ao “inverso da moeda”.
O que acontece nos dias de hoje, já não são os professores que agridem os alunos mas sim os alunos que agridem os professores.
As agressões aos professores, são cada vez mais frequentes, estas não são só cometidas pelos próprios alunos, como forma de revolta, mas são também cometidas agressões a professores pelos próprios pais, familiares ou encarregados de educação, que vêem “aqui” (nas agressões) uma forma de se vingarem dos professores, por outrora terem sido vítimas destes.
Como exemplo deste tipo de agressões
temos o caso de uma professora que foi
agredida por um aluno de 6º ano (12 anos),
quando estava de costas no corredor da
escola. A docente levou uma pancada na
zona cervical, tendo desmaiado e sido de
imediato transportada para o hospital.
Como prova da gravidade desta situação temos dados estatísticos fornecidos pela
Federação Nacional dos Sindicatos da Educação onde se registam duas agressões
em média por dia aos professores nas escolas portuguesas, uma realidade inaceitável! Em 2005/2006 registaram-se
390 agressões contra docentes nas escolas. Embora tenha sido proposto uma alteração legislativa para que este tipo de
agressões se torne um crime público, a alteração não foi aceite. Como podemos
verificar a sociedade em que vivemos não respeita a função educativa dos professores, e muito menos lhes dá o devido valor.

Turma do 1.º ano do Curso Profissional de
Técnico de Recepção
[PDF] EPO Abre as Portas ao Exterior

[PDF] EPO Abre as Portas ao Exterior

Quase 30% das chamadas para a Linha SOS Professor relatam agressões físicas
De Marco Lopes da Silva (LUSA) – há 25 minutos
Lisboa, 05 Out (Lusa) - Quase três em cada dez docentes que contactaram a Linha SOS Professor nos últimos três anos lectivos admitiram ter sido vítimas de agressões físicas e mais de 40 por cento relataram episódios de agressão verbal.
De acordo com a Associação Nacional de Professores (ANP), que promoveu a iniciativa, esta linha telefónica recebeu 353 contactos entre 11 de Setembro de 2006 e 19 de Junho de 2009, dos quais 98 (27,8 por cento) relatando episódios de agressão física e 154 (43,6 por cento) agressões verbais.
No ano lectivo 2006/2007 registaram-se 184 contactos, 136 em 2007/08 e 33 em 2008/09, um decréscimo que a ANP explica com o facto de a maioria das situações já ter começado a ser resolvida ao nível das escolas, onde as direcções estão mais atentas, com uma resposta mais pronta e mais adequada do que anteriormente.
© 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Como podem verificar, na noticia abaixo, isto é o correcto, o incorrecto é quando uma mãe numa atitude impensada num momento de indignação e desespero da um pequeno tabefe correctivo  num adoleceste de treze anos, por ter agredido a sua filha selvaticamente, e pura e simplesmente os meios de comunicação pretendem camuflar a agressão de uma menina de uma forma selvagem, para proteger um futuro delinquente porque a sociedade da-lhe a entender que a agressão que ele cometeu não tem importância alguma, em relação ao pequeno tabefe que recebeu, esta sociedade para mim esta podre. E aqui deixo o seguinte reparo! - Enviei varios emails ao correio da manhã, como nunca me responderam é porque este jornal também comunga desta situação, a selvajaria dos adolescentes é desculpavel, a defesa dos nossos ente-queridos é crime. Este jornal esta ao serviço de quem?